quarta-feira, 20 de junho de 2012

Prezados Ex-alunos,
 
A Faculdade Presidente Antônio Carlos de Uberlândia quer manter com você o vinculo que começou na sala de aula. Ajudá-lo a se inserir no mercado de trabalho, disponibilizando informações sobre concursos e vagas de empregos, além de mantê-lo informado sobre cursos e eventos que podem contribuir com sua formação continuada.
Para a UNIPAC Uberlândia é importante conhecer a sua opinião sobre o processo de formação desenvolvido durante o curso que você concluiu, bem como ter dados sobre a continuidade de seus estudos e sobre sua inserção no mercado de trabalho.
Queremos também facilitar o contato de empresas contratantes com nossos ex-alunos, assim como o contato entre colegas da época de faculdade. Nesse sentido disponibilizaremos, a partir de sua autorização, seus dados de contato a empresas e ou colegas.
Assim, o Sistema de Egressos representa o canal de comunicação entre nossa instituição de ensino e seus ex-alunos. Através dele, você poderá entrar em contato conosco sempre que desejar.
Para manter esse canal de comunicação conosco é importante que você mantenha seus dados atualizados, tanto os de contato, principalmente e-mail, quanto aqueles referentes a cursos de pós-graduação e atuação profissional.
Clique na imagem acima e preencha o Questionário do Egresso.
Conte sempre com a gente!!!!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Ecoteca Digital

O Instituto Terra Brasilis criou um banco de dados em seu site com a finalidade de ancorar de forma mais organizada os números já disponibilizados do seu acervo. Esta iniciativa objetiva oferecer aos interessados na temática sobre Áreas Protegidas, conhecimentos e informações para subsidiar as pessoas que atuam ou que possuam interesse nas Unidades de Conservação, contribuindo desta forma para apoiar os esforços que o país vem desenvolvendo para requalificar a gestão desses espaços de conservação “in situ” de importantes amostras dos nossos biomas, além de valorizá-los como local privilegiado para pesquisas, ecoturismo e educação ambiental. A Biblioteca Digital será composta por temas prioritários, tais como: “Conselho Consultivo, Educação Ambiental, Espeleologia, Gestão, Legislação, Monitoramento, Pesquisas Realizadas em UCs, Planos de Manejo, Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, Uso Público (ecoturismo, trilhas, exposições, etc...), Voluntariado, Mapoteca e demais temas de interesse. Mais informações: www.terrabrasilis.org.br/ecotecadigital


















domingo, 3 de junho de 2012

A VERDADE SOBRE OS AGROTÓXICOS

AbacaxiHá um mês, a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou os resultados de um estudo iniciado em 2010 sobre a contaminação de alimentos por agrotóxicos - e suas conclusões deixaram quase em pânico os consumidores que se preocupam em pôr à mesa apenas aquelas frutas e hortaliças que colaborem com sua saúde.
No balanço geral da Anvisa 28% dos produtos avaliados foram considerados insatisfatórios; no topo do ranking vinha o pimentão (com assustadores 91,8% de amostras contaminadas), seguido por morango, pepino, alface e cenoura. Estariam os brasileiros, então, intoxicando-se perigosamente cada vez que levam o garfo à boca e arriscando uma doença grave no futuro? Definitivamente, não: quando se esmiúça o relatório, vê-se que muito do receio que ele provocou é exagerado ou infundado. Para explicar por que é assim, VEJA conversou com oito engenheiros agrônomos que atuam em centros de referência do assunto no país.

Pimentao

Antes de mais nada: por que os agricultores se valem de produtos que, em seu próprio nome, já trazem o sufixo "tóxico"?

A palavra "agrotóxico" é imprecisa e algo carregada de um julgamento de valor - resquício do tempo, há muito deixado para trás, em que essas substâncias eram colocadas o mercado sem pesquisa suficiente sobre suas propriedades e seus efeitos, e usadas de forma indiscriminada. O nome certo é "defensivo agrícola", uma vez que esses produtos servem não para intoxicar a lavoura ou o consumidor, mas sim para defender a plantação de pragas, insetos e parasitas e evitar que ela se perca.

Como foi feito o estudo da Anvisa?

O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos avaliou 2488 amostras de dezoito tipos de alimento - abacaxi, alface, arroz, batatam beterraba, cebola cenoura, couve, feijão, laranja, maçã, mamão, manga, morango, pepino, pimentão, repolho e tomate. A escolha das variedades obedeceu à combinação de três parâmetros: os dados de consumo do IBGE (que levanta os itens mais comuns na mesa dos brasileiros), a disponibilidade nos supermercados e as culturas em que o uso de defensivos é costumeiramente intensivo, por serem mais vulneráveis a pragas ou pestes. Os vegetais foram coletados e analisados em 2010.

Como se definiu o que é um alimento contaminado?

A classificação segui dois critérios: resíduo, no alimento, de defensivo acima do limite permitido e detecção do uso de defensivo não autorizado para aquela determinada cultura. Das 2488 amostras, 694 foram consideradas irregulares.

Quantos alimentos apresentam resíduos de defensivos em excesso?


Morango
GarfoApenas 3,6% dos produtos avalidos revelaram teor de agrotóxico acima do limite máximo de resíduo (LMR), índice que determina o consumo sem riscos à saúde. Ou seja, das 2488 amostras, 89 foram reprovadas. Isso pode acontecer por dois motivos: porque o agricultor aplicou na lavoura uma dose acima da indicada ou porque desrespeitou o chamado período de carência - o intervalo mínimo entre o uso do pesticida e a colheita, tempo em que o defensivo se degrada e perde sua toxidade para os seres humanos.

Quão acima do limite de resíduo estavam esses alimentos?

Em geral, muito pouco. Segundo toxilogista Ângelo Trapé, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), esse é um quesito em que o receio é quase sempre injustificado, já que as margens de segurança são altíssimas. Para definirem o nível de seguro de resíduos de defensivos agrícolas que um ser humano pode ingerir diariamente, os cientistas primeiro realizam estudos em animais. O valor que não apresenta riscos para eles é então dividido por 100 - e assim se chega ao limite máximo aceitável para o homem. Ou seja, o nível de resíduo detectado nas amostras coletadas teria de estar 1000% acima do permitido para que se começasse a pensar em risco real. E nenhum caso dessa monta foi verificado.

 

Em 24,3% das amostras, as análises detectaram a presença de defensivos não autorizados. Eles eram, então, ilegiais?

Não, eles eram comercializados legalmente no país. O que acontece é que cada produto deve informar, no rótulo, o tipo de alimento ao qual é destinado. "Para registrar um novo produto, o fabricante gasta mlhões de dólares. E, mesmo quando a marca já está no mercado, incluir uma nova cultura no rótulo custa entre 35000 e 40000 dólares", explica Luís Rangel, coodenador-geral de agrotóxico do Ministério da Agricultura. Resultado: como o processo é oneroso, as empresas preferem investir em defensivos que serão vendidos aos grandes produtores, como setores de algodão, soja e milho, em detrimento daqueles destinados às culturas pequenas, como as hortaliças. "Assim, quando não há defensivo registrado para eliminar pragas que atacam uma cultura pequena, o produtor se vê obrigado a recorrer a um defensivo não autorizado, mas que traz o princípio ativo do qual ele necessita", explica Celso Omoto, professor da Faculdade de Engenharia Agrônomica da Universidade de São Paulo, em Piracicaba.

O uso de defensivos não autorizados é prejudicial à saúde?

Não necessariamente. As pesquisas mostram que um defensivo não oferece mais ou menos riscos à saúde se aplicado neste ou naquele alimento. Ou seja, o produto X, indicado para tomante, não ficará mais tóxico por ser utilizado no pimentão. "O problema está na soma: resíduos de um mesmo agrotóxico em vários dos alimentos que constam da dieta de uma pessoa podem vir a extrapolar seu limite máximo", diz Luiz Cláudio Meirelles, gerente-geral da toxicologia da Anvisa. Mas a situação não é alarmante. "Como a margem de segurança para o cálculo do LMR é alta, é muito provável que o consumo desses alimentos não ofereça nenhuma implicação à saúde", diz o médico patologista João Lauro Camargo, da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu.

Os alimentos que lideram o ranking da Anvisa - pimentão, morango e pepino - representam riscos à saúde?

De forma alguma. Isso vale para todos os dezoito alimentos avaliados. "Como os resíduos apresentados estão dentro de níveis seguros - quando houve excesso, ele era irrisório - não há motivo para a preocupação em termos de saúde pública", explica Ângelo Trapé, da Unicamp.

É possível remover resíduos de defensivos dos vegetais?

Não, pois o defensivo penetra na polpa do alimento ou circula pela seiva da planta. Nas últimas semanas, muitas "receitas" para remover defensivos circulam por aí - inclusive em telejornais de grande alcance -, como lavar os alimentos com água e sabão ou mergulhá-los em uma solução de hipoclorito de sódio, que nada mais é do que água sanitária diluída. Pura balela. "A lavagem com qualquer uma dessas susbtâncias remove micróbios e coliformes fecias, mas não os resíduos químicos", explica o engenheiro agrônomo José Otávio Menten, professor da Universidade de São Paulo em Piracicaba. A fruta e a verdura ficam limpinhas, o que é ótimo. Mas o que houver de resíduo químico nelas continuará ali.

Descascar o alimento, então, não adianta?

Descascar o alimento ou retirar as folhas externas dos maços de alface, por exemplo, elimina apenas o resíduo presente nesses partes do vegetal. O que está nas outras partes permanece. Além disso, as cascas de muitos alimentos são altamente nutritivas, e descartá-las pode ser um desperdício.

Algumas hortaliças, frutas e legumes tendem a absorver mais defensivos?

Não. O que determina se algum resíduo permanecerá no alimento é o manejo do produto na lavoura: a quantidade empregada e o período de carência indicado para aquela substância em particular. Se tudo for feito conforme a bula, entre o dia da aplicação do defensivo e o da colheita a dose correta sofrerá degradação natural com a ação dos raios solares, da chuva e de microrganismos.

Ingerir resíduos de defensivos provoca doenças ou malefícios?

"Não existe comprovação científica de que o consumo a longo prazo de resíduos de pesticidas nos alimentos provoque problemas graves em seres humanos. A associação entre o uso de defensivos e a ocorrência de câncer, malformação fetal ou distúrbios neurológicos só foi demonstrada em animais expostos a concentrações altíssimas desses produtos", diz o toxicologista Flávio Zambrone, presidente do Instituto Brasileito de Toxicologia. Também não há casos de intoxicação aguda provocada pela ingestão de um alimento contaminado.

Os defensivos oferecem riscos à saúde dos agricultores?

Apenas quando eles não respeitam as regras de uso. "Os principais efeitos adversos são problemas gatrointestinais e dermatológicos provocados por exposição a doses elevadas", diz Ângelo Trapé. Os equipamentos de segurança e as precauções recomendadas pelos fabricantes reduzem drasticamente os riscos de contaminação. "Como o Brasil é um dos países mais rigorosos no processo de registro de agrotóxicos, os produtos disponíveis no mercado são seguros", diz a engenheira agrônoma Rumy Goto, da Unesp.

É possível reduzir o uso de defensivos no campo sem prejudicar a produtividade?

Sim, com programas educacionais que ensinem o agricultor a escolher o produto certo, aplicar a dose correta e respeitar o período de carência para a colheita segura. O produtor pode, por exemplo, optar por agrotóxicos seletivos, que agem na praga sem extirpar seus inimigos naturais. Assim, o inseticida que nata o pulgão (praga) não elimina a joaninha (que se alimenta de pulgões e, assim, provome o controle natural da praga), o que reduz a necessidade de mais defensivos. Outra solução envolve manejos agrícolas, como a rotação de culturas para quebrar o ciclo de vida da praga. "O produtor deve entender que existem diversas ferramentas para controlar pragas. Sem esse conhecimento, ele acaba optando pelo produto mais barato ou não autorizado para aquela cultura", diz o engenheiro agrônomo Celso Omoto, da USP.

Existe alguma maneira de o consumidor se certificar da proveniência das frutas, dos legumes e das verduras que vai pôr à mesa?

Por enquanto, não. Mas o Ministério da Agricultura pretende criar um cadastro de produtores multados por uso indiscriminado de defensivos agrícolas e disponibilizá-lo para consulta pública em seu site. Essa medida poderá incentivar os bons produtores a identificar seus produtos com um selo, como já é possível encontrar nas gôndolas de supermercados.


Orgânicos em pratos limpos
O temor de que alimentos com defensivos agrícolas façam mal á saúde tem feito com que muitos consumidores cogitem substituir frutas, verduras e legumes convencionais por seus equivalentes “orgânicos”, ainda que tenham de desembolsar o dobro por isso. Veja o que dizem os especialistas sobre esse tipo de cultivo.
Orgânicos
Jonny Roriz/Ae

O que são alimentos orgânicos:

Aqueles cultivados sem o uso de agrotóxicos ou hormônios de crescimento.

O que é permitido numa cultura orgânica:

Plantar ervas daninhas que atraiam para si as pragas, usar adubos naturais, como esterco, e empregar extratos vegetais, como os de nim e pimenta, para combater pestes. No entanto, segundo os engenheiros agrônomos Rumy Goto, da Unesp, e José Otávio Menten, da Universidade de São Paulo, algumas exceções são permitidas. “Para nutrirem o solo, os agricultores usam fertilizantes á base de compostos químicos, como o sulfato de potássio”, diz Rumy. Mentem destaca ainda a utilização, na plantação orgânica, de defensivos amplamente empregados na agricultura convencional, como o enxofre, a calda de fumo e a calda de bordalesa (mistura de sulfato de cobre com cal). Essas substâncias, porém, não são inofencivas. “Todos esses produtos “orgânicos” deveriam ser submetidos a avaliações”, defende Mentem.

Como identificá-los:

Desde janeiro de 2011, os orgânicos vendidos em lojas e supermecados vêm com um selo do Ministério da Agricultura. Nas feiras, o consumidor deve verificar se o vendedor possui o cadastro de agricultor orgânico. A lista de habilitados está no site Prefira Orgânicos (www.prefiraorganicos.com.br). Não que isso seja garantia, entretanto. As regras para o credenciamento e a fiscalização são um bocado vagas e têm muitas lacunas. Por isso mesmo, algumas grandes redes de varejo se certificam de que não estão vendendo gato por lebre testando elas próprias em laboratório, periodicamente, amostras dos vegetais que exibem em suas gôndolas.

Quem fornece o selo:

O produtor pode obtê-lo de duas maneiras. A primeira é contratar uma das seis empresas credenciadas pelo governo para o serviço. Elas avaliam a qualidade do solo e da água de plantação antes de fornecer o selo. A outra são chamadas de Sistemas participativos de Garantia (SPG) em que um grupo de prdutores se reúne com consumidores, pesquisadores e técnicos, seja eles agrônomos ou não, e solicita autorização ao Ministério da Agricultura para se certificar.

Quem fiscaliza:

Não há fiscalização sobre o comércio de orgânicos em feiras livres. Nos outros casos, ela é feita pelas próprias empresas que concedem os selos ou pelos grupos formados nos SPG. As regras para a fiscalização, que deve acontecer pelo menos uma vez por ano, não são claras, nem são exigidas análises periódicas para detectar eventuais resíduos de defensivos químicos nas plantações. “Esse tipo de avaliação só ocorre quando há um denúncia ou quando se constata um risco, como a identificação de uma plantação vizinha que utiliza produtos químicos”, diz Rogério Pereira Dias, coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura.

Riscos:

Sem o controle adequado de produção e armazenagem, as plantas orgânicas podem ser contaminadas por fungos ou por bactérias como a salmonela e a Escherichia coli. Um caso célebre aconteceu na Alemanha, em junho de 2011: mais de quarenta pessoas morreram e milhares foram parar no hospital após ingerir brotos de feijão de uma fazenda orgânica contaminados com E. coli. Ou seja, não só por ser orgânico um produto é necessária e automaticamente mais saudável que o similar cultivado como o auxílio de defensivos.

FONTE: Revista Veja.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

FIQUE LIGADO: SIMULADO INTERDISCIPLINAR - 06 DE JUNHO

Lembramos a todos que neste dia 06 de JUNHO, estaremos realizando o Simulado Interdisciplinar Semestral para todos os acadêmicos regularmente matriculados no curso de Agronegócio.
 
Para tanto, lembramos ainda que:

- Horário de Início: 19 hs.
- Horário de Término: 20h:45min.
- Os alunos atrasados terão tolerância de 20 min.
- Serão cobradas em 05 questões objetivas de cada disciplina do período corrente e 05 questões de conhecimentos gerais e atualidades.
- Os alunos somente poderão deixar a sala de aplicação transcorridos 1h:15 min.
- O Gabarito Oficial do Simulado será divulgado nas portas das salas e no Blog do curso.
- Não haverá aplicação de atividade substitutiva para o aluno faltoso.

Desejamos a todos um Excelente Simulado!!!! 
Coordenação de Curso.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Relatorio do codigo florestal exclui regras para recompor beiras de rio.

Parecer foi apresentado nesta quinta pelo relator do projeto na Câmara.Mesmo sem acordo com governo, votação está marcada para terça (24).

O relator do projeto de reforma do Código Florestal, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), apresentou nesta quinta-feira (19) seu parecer sobre o projeto, com votação marcada para a próxima terça (24) no plenário da Câmara. Ele retirou do texto aprovado no Senado percentuais mínimos de recuperação das áreas de preservação permanente (APPs) desmatadas nas margens de rios localizados dentro de propriedades rurais.
A versão aprovada no Senado estabelecia que, para cursos d'água com até 10 metros de largura, os produtores deveriam recompor 15 metros de vegetação nativa. Para os rios com leitos superiores a 10 metros, a faixa de mata ciliar a ser recomposta deveria ter entre 30 e 100 metros de largura.
O texto finalizado por Piau diz que a recomposição dependerá de novo projeto de lei ou medida provisória, e incluiria a participação dos estados. A definição seria feita em até dois anos, dentro do Programa de Regularização Ambiental (PRA). As regras gerais deste programa seriam estabelecidas pelo governo federal em até 180 dias após a aprovação da lei, mas as condições específicas ficariam a cargo dos estados.
"Caberá ao Poder Executivo, na definição dos critérios e parâmetros que nortearão o Programa de Regularização Ambiental, a fixação dessas faixas de proteção considerando as particularidades ambientais, sociais e econômicas de cada região", diz o relatório.
A mudança feita no relatório se aplica apenas às regras para quem precisar reflorestar as áreas de beira de rio, e que tenham sido desmatadas até julho de 2008. A recomposição é uma possibilidade de anistiar as multas aplicadas aos produtores que desmataram as APPs.
Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff suspendeu as multas por mais dois meses. O projeto do novo Código Florestal estabelece que, após a sanção e posterior definição das regras para as APPs, os produtores assinem termo para a recomposição. Caso não reponham a vegetação num determinado prazo, deverão pagar multa. As multas ficam suspensas a partir do momento da sanção.
Já para as propriedades que não tenham que realizar a recomposição, por manterem a mata nativa, por exemplo, ficaram mantidos o mínimo de 30 metros e o máximo de 100 metros como tamanhos para as faixas de preservação, variando de acordo com a largura do rio.
Mudanças
O texto apresentado por Piau contraria a versão aprovada no Senado, que estabelecia regras fixas para a recomposição. O relator alegou a impossibilidade regimental de alterar os percentuais, já que após a aprovação do Senado, só é possível retirar um determinado artigo ou recuperar a redação dada pela Câmara.
"A regra geral de Brasília para o Brasil inteiro não me parece uma medida inteligente. Os grandes produtores vão cumprir o que veio do Senado, porque o grande produtor não tem problema, ele não vai ser expulso, mas o pequeno e o médio, estes sim, têm que ser adaptadas as faixas sob pena de expulsarmos os produtores do campo", afirmou Piau.
Ele citou como exemplo pequenas propriedades do interior do Nordeste em que, dadas as regras previstas pelo Senado, a impossibilidade do plantio em beiras de rios poderia inviabilizar o uso de até 40% do solo.
Piau também excluiu do texto os artigos do projeto aprovado pelo Senado que regulamentavam as áreas de criação de camarões, os chamados apicuns, que considerou excessivamente detalhados. Apenas partes dos artigos que tratavam do uso restrito de solo foram mantidas, deixando claro que as criações dependem do zoneamento ecológico e econômico da zona costeira.
Também foi retirado o artigo que exigia a adesão de produtores ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) em até cinco anos para o acesso ao crédito agrícola. Segundo o relator, o cadastro depende do governo, o que poderia prejudicar os produtores. "O governo faz uma legislação que ele mesmo não tem o aparato técnico para atender aos produtores rurais do Brasil inteiro", afirmou.
'Debate campal'
O relator admitiu que não tem apoio do governo ao relatório, apesar das negociações das últimas semanas. Segundo ele, a posição de apoio ao texto que foi aprovado no Senado foi mantida pelo Palácio do Planalto, e a decisão ficará mesmo para o embate no plenário da Câmara.
"Não tem jeito, esta matéria é polêmica. Este projeto não vai agradar os radicais ambientalistas nem os radicais produtivistas, não tem jeito de chegar a um acordo. Chegamos a uma convergência máxima, à convergência possível. Vai ter debate campal", afirmou.
Ao todo foram feitas 21 mudanças no substitutivo aprovado pelo Senado no ano passado. Muitas foram apenas correções de redação e exclusão de artigos repetidos. Outras, trataram de pontos importantes para produtores rurais e ambientalistas.
Mesmo sem acordo, a votação está mantida na próxima terça-feira. A garantia foi dada pelo presidente da Câmara, Marco Maia, que se comprometeu pela votação com os líderes partidários. Na quarta-feira (18), a Comissão de Meio Ambiente da Câmara aprovou um pedido de que a votação fosse adiada.
"Esta possibilidade de adiamento não existe. Nós vamos votar o Código Florestal e vamos fazer um belo debate", afirmou o presidente da casa. Para Marco Maia, a falta de acordo não impedirá a votação. "O plenário é constituído para votar, para dirimir as dúvidas. Quando não se tem acordo, vota-se no plenário e vence aquele que conseguir convencer um número maior de parlamentares sobre seu projeto", afirmou Maia.

FONTE: G1

sexta-feira, 18 de maio de 2012

PARCERIA ENGESET - INICIAÇÃO CIENTIFICA

 A UNIPAC Uberlândia, através das coordenações dos Cursos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Agronegócio, Logística e Marketing, firmaram parceria com a ENGESET Uberlândia para Projetos de Iniciação Cientifica em evento realizado nos dias 14 e 15 de Maio, no Centro de Eventos da Acrópole. O encerramento do evento contou com a participação especial da Banda RotaX7, cujo vocalista da banda é aluno do 3º Período do Curso de Marketing. Confira as fotos deste evento e veja quem também esteve por lá!!!

 Auditório Lotado
 Auditório Lotado
 Professores UNIPAC
 Coordenadores UNIPAC
 Auxiliares de Coordenação.
 Alunos UNIPAC
 Alunos do 5º Período de Agronegócio
 Alunos do 5º Período de Agronegócio
 Banda RotaX7
 Coordenadores de Cursos/Comissão Organizadora
 Aluno do 1º Período de Agronegócio recebe 
premiação
Vocalista da Banda RotaX7 - Encerramento do
Evento.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Homenagem Dia das Mães...

A coordenação do Curso de Tecnologia em Agronegócio, deseja a todas as MAMÃES (diretoras, professoras, alunas, mães de nossos alunos e colaboradoras) um FELIZ DIA DAS MÃES. Que a luz da sua sabedoria e existência continue a iluminar todos os seus caminhos!!! Parabéns pelo seu dia!!!

terça-feira, 8 de maio de 2012

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O título do seu currículo é a manchete da sua carreira.

Sabe a primeira página de um jornal? A chamada de um artigo em um site? Eles têm uma função fundamental, que é atrair a sua atenção em poucas palavras, reduzir a matéria em uma linha concisa, que mostre a importância do tema abordado. É assim que você é fisgado para dar audiência para os veículos de comunicação.

Recebo vários currículos de jovens e até de profissionais mais experientes e o equívoco mais frequente é errar na “manchete” do próprio CV.  O objetivo, o título, que vem logo depois dos dados pessoais. A maioria das pessoas coloca simplesmente o cargo que exerceram ou pretendem conquistar, sem nenhum “adicional de fábrica”. Ou seja, o foco de seu interesse, ou da sua experiência naquele segmento de negócios específico que tenha a ver com o que a empresa está procurando. Sem uma “manchete” de primeira linha, literalmente, você perde a audiência do recrutador, do gestor da área que está contratando, até mesmo das buscas on line. e o seu CV nem será lido até o final.

Muita gente também pensa que o mesmo currículo deve ser entregue para todas as empresas. Uma espécie de “genérico”. Sim, às vezes é preciso um CV que sirva para várias situações, mas se você está trabalhando arduamente para conseguir “aquela vaga”, “naquela empresa”, fique atento, você deve fazer um currículo para cada uma dessas oportunidades. Algumas dicas:

- Para fazer seu currículo que pode ser usado por amigos, postar em sites de recrutamento, coloque informações que indique sua função exercida mais experiente. E que você quer. Por exemplo: Gerente de projetos na área de sustentabilidade.  Ou, gerente de projetos com 10 anos de experiência em sustentabilidade. Mais? Analista Sênior de TI para segmento de Energia. Para iniciantes: Bibliotecário com foco em acervo digital memória corporativa. Determine no seu título a função/cargo que você sabe que tem mais experiência aliado a sua prioridade de recolocação profissional.

- Não misture as estações. Só você trabalhou na área administrativa, mas a função que você deseja é em Psicologia Organizacional, priorize as informações na área que você deseja. Coloque no item principais realizações os cursos, o tema de sua monografia, seja de graduação ou pós – graduação, projetos de pesquisa na área de psicologia para valorizar o seu potencial nessa área. Em Experiência Profissional, você descreve sua trajetória na área financeira.

- Vamos supor que enquanto procura por uma vaga de Psicologia Organizacional, está aberto a continuar trabalhando na área financeira desde que tenha uma boa proposta. O título do seu currículo deve mudar, “Analista Administrativo com seis anos de experiência na área financeira”. A sua informação como psicólogo deve entrar no lugar da formação, mas não mais com o destaque anterior. E assim por diante. É preciso deixar claro para quem está recrutando, selecionando currículos, o que você faz, e faz bem, e ou o que você quer.

- Faça um currículo com objetivo coerente com o conteúdo para cada vaga que o interessa. Se você tem experiência com meio ambiente, e a vaga é na área, coloque nas principais realizações o que você já fez. Se é a capacidade de gerenciar, coloque no objetivo e destaque na suas realizações.

O Monster Brasil permite que você desenvolva quantos currículos achar necessário para encontrar o melhor emprego para você. Você pode salvá-los com nomes adequados às suas áreas de interesse e enviá-los de acordo com a empresa que o interessa ou a vaga. Capriche!! Boa sorte!